segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

OS BABÁS

Babás, no candomblé, são espíritos de mortos, convocados para voltar ao nosso
plano com alguma finalidade. Para invocar um babá, a mãe-de-santo vai ao túmulo
da pessoa junto com um grupo de adeptos e realiza um ritual, de que faz parte a
colocação, sobre a tumba, de uma certa roupa, às vezes colorida, às vezes coberta
de espelhos ou adornos, que será ocupada pelo espírito reanimado. Vários babás são
então reunidos em uma casa, onde chegam os adeptos e os convidados para assistir
a cerimônia. Depois que todos entram, um círculo de babás homens cerca a casa;
para quem vê, são tecidos que flutuam no ar como se estivessem pendurados num
varal, um ao lado do outro. A partir desse instante ninguém mais pode entrar ou sair
da casa. Lá dentro, numa sala iluminada, os convidados assistem à entrada dos
babás. As peças de roupa atravessam as frestas das portas fechadas, e uma vez
dentro da sala, inicia-se uma dança (se é que pode se chamar assim), ao ritmo dos
tambores e das palavras da mãe-de-santo. As crianças geralmente se encolhem
debaixo dos bancos, transidas de pavor. É proibido duvidar do que está
acontecendo; se alguém se manifesta ou deixa transparecer um traço de ceticismo, é
convidada a se aproximar. Se a pessoa tem boas relações com a mãe-de-santo, esta
simplesmente faz com que um dos babás deixe a roupa por um momento; a roupa
cai ao chão imediatamente; a mãe-de-santo então renvoca o babá e a roupa
novamente flutua e dança. Mas se a pessoa não for amiga da mãe-de-santo, ou for
um desconhecido, a mãe-de-santo simplesmente convida a pessoa a tocar no babá
para ver se é de verdade. Acontece que tocar num babá é a última coisa que alguém
em sã consciência deve fazer; a pessoa pode levar semanas para se recuperar da
surra que levará. Por isso, ninguém se atreve a se aproximar da casa durante a
cerimônia, rodeada pelo círculo de babás homens. A casa de algumas mães-de-santo
é guardada à noite por um par de babás, e ela dorme com as portas e janelas abertas
porque sabe que nenhum ladrão ousará chegar perto de uma casa com essa
proteção. Uma mãe-de-santo advertira os filhos para não
chegar tarde, pois a partir das dez da noite os babás ficavam de prontidão; certa
noite ele se esqueceu e chegou às três, e ao tentar entrar em casa foi sovado pelos
babás até quase morrer. A mãe-de-santo não pôde fazer nada, pois sabia que nada
podia ser feito; esperou os babás terminarem e então levou o filho para dentro, para
tratar seus ferimentos com os ungüentos do candomblé.

OS BABÁS

Babás, no candomblé, são espíritos de mortos, convocados para voltar ao nosso
plano com alguma finalidade. Para invocar um babá, a mãe-de-santo vai ao túmulo
da pessoa junto com um grupo de adeptos e realiza um ritual, de que faz parte a
colocação, sobre a tumba, de uma certa roupa, às vezes colorida, às vezes coberta
de espelhos ou adornos, que será ocupada pelo espírito reanimado. Vários babás são
então reunidos em uma casa, onde chegam os adeptos e os convidados para assistir
a cerimônia. Depois que todos entram, um círculo de babás homens cerca a casa;
para quem vê, são tecidos que flutuam no ar como se estivessem pendurados num
varal, um ao lado do outro. A partir desse instante ninguém mais pode entrar ou sair
da casa. Lá dentro, numa sala iluminada, os convidados assistem à entrada dos
babás. As peças de roupa atravessam as frestas das portas fechadas, e uma vez
dentro da sala, inicia-se uma dança (se é que pode se chamar assim), ao ritmo dos
tambores e das palavras da mãe-de-santo. As crianças geralmente se encolhem
debaixo dos bancos, transidas de pavor. É proibido duvidar do que está
acontecendo; se alguém se manifesta ou deixa transparecer um traço de ceticismo, é
convidada a se aproximar. Se a pessoa tem boas relações com a mãe-de-santo, esta
simplesmente faz com que um dos babás deixe a roupa por um momento; a roupa
cai ao chão imediatamente; a mãe-de-santo então renvoca o babá e a roupa
novamente flutua e dança. Mas se a pessoa não for amiga da mãe-de-santo, ou for
um desconhecido, a mãe-de-santo simplesmente convida a pessoa a tocar no babá
para ver se é de verdade. Acontece que tocar num babá é a última coisa que alguém
em sã consciência deve fazer; a pessoa pode levar semanas para se recuperar da
surra que levará. Por isso, ninguém se atreve a se aproximar da casa durante a
cerimônia, rodeada pelo círculo de babás homens. A casa de algumas mães-de-santo
é guardada à noite por um par de babás, e ela dorme com as portas e janelas abertas
porque sabe que nenhum ladrão ousará chegar perto de uma casa com essa
proteção. Uma mãe-de-santo advertira os filhos para não
chegar tarde, pois a partir das dez da noite os babás ficavam de prontidão; certa
noite ele se esqueceu e chegou às três, e ao tentar entrar em casa foi sovado pelos
babás até quase morrer. A mãe-de-santo não pôde fazer nada, pois sabia que nada
podia ser feito; esperou os babás terminarem e então levou o filho para dentro, para
tratar seus ferimentos com os ungüentos do candomblé.

PASSAGEIRA FANTASMA

Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal .


Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo.
No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito.
O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite.
O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida.
O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos.
-Será que errei de casa, diz o motorista.
Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse:
- É aquela moça.
O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.
A “moça do táxi” de Belém, conhecida também como a dama-de-branco, seria a senhorita Josefina Conti, falecida em 1931 e sepultada em jazigo da família no Cemitério de Santa Isabel. Conta a lenda que no seu aniversário, seu pai sempre pagava uma corrida de táxi pelos pontos turísticos de Belém. Dizem que no seu aniversário em frente ao cemitério, sempre bem vestida, com os cabelos castanhos bem arrumados, morena clara, fazia sinal para um táxi, isso aproximadamente a meia-noite, e fazia o passeio por Belém, depois pedia para ser deixada na sua casa na rua Gentil Bitencourt, Ela diz que não tem dinheiro suficiente, e pede que o motorista, volte na manhã seguinte para pegar o dinheiro, ele a vê entrar em casa. No dia seguinte, voltou até a casa da moça. Tocou a campainha e esperou a porta se abrir. Uma senhora idosa o cumprimentou: bom dia. O que você deseja? Estou procurando uma moça morena que pegou o meu táxi ontem a noite. A senhora diz que nem uma moça mora ali, ele insiste, diz que a viu entrar na noite anterior, logo atrás da senhora ele vê o quadro de uma moça, a moça que ele estava falando, e aponta para a senhora. Ela olha espantada e diz que está era sua filha, mas ela havia falecido a 18 anos.

O asaulto no Ônibus

Como o post da loira do banheiro fez muito sucesso aqui no Blog, resolvi voltar ao assunto das lendas urbanas. Pelo jeito, elas despertam um certo fascínio nas pessoas e a maneira como elas são trasmitidas também é bastante interessante.

Você já deve ter ouvido aquela história da pessoa que achou que estava sendo assaltada dentro do ônibus, não ouviu? E com certeza quem te contou disse que o fato aconteceu com alguém que ela conhecia, acima de qualquer suspeita. Comigo foi a mesma coisa. A primeira vez que eu ouvi essa história acreditei cegamente, pois quem me contou foi minha madrinha. Isso mesmo. Uma simpática senhora, que logicamente falou que a aventura tinha ocorrido com a conhecida de uma amiga.

Pra quem não se lembra, aí vai um resumo. A pessoa está sentada no ônibus aflita porque usa um relógio novo e caríssimo. Fica o tempo todo olhando as horas e mexendo no belo acessório. De repente, ela não vê mais o relógio no pulso. Indignada, olha para a pessoa do lado e não acredita na sua audácia. Roubar-lhe o relógio assim, na cara dura. Isso não vai ficar assim. Sem hesitar, ela pega um pente na bolsa e encosta o cabo discretamente na barriga da passageira. “Passa o relógio”, diz determinada. A outra, surpresa, entrega o relógio e desce correndo na próxima parada. Aliviada, a intrépida justiceira pega o relógio, olha e leva um tremendo susto. Aquele não era o seu relógio. O que aconteceu? Ela passa a mão pela manga e percebe que o seu verdadeiro relógio continua lá, só havia subido pelo braço de tanto ela mexer. Sem saber o que fazer, desce do ônibus e jura pra si mesma nunca contar pra ninguém.

Depois disso, devo ter escutado a mesma história dezenas de vezes. Assim como você, não é mesmo? Mais uma lenda urbana pra coleção. Outro dia conto outra. Se lembrar de alguma também pode contar. Até mais.

Loira da Estrada

Esta outra loira belzebu está ligada às noites solitárias em estradas desertas. A loira da Estrada perambula por várias cidades brasileiras atrás de vitimas para sua vingança.
Uma das razões para sua ira é a maneira como morreu. Para alguns, ela teria sido atropelada e abandonada por um camonhoneiro. Outra versão diz que a loira estava caminhando para a casa, quando um playboy lhe ofereceu e depois a matou a sangue frio. Há versão de que a moça, fugindo de um perseguidor implacável, foi atropelada ao atravessar a estrada.
Se não há consenso sobre como ela moreu, sua atuação post mortem é amplamente conhecida. Sua alma amarga pede carona nas estradas. Ao conseguir a simpatia de um viajante, mostra sua verdadeira forma: a de uma aparição. Ela é lívida e tem algodões enfiados nas narinas. Faz somente um pedido muito estranho para que o motorisa possa ir embora com segurança: ele deve tirar os chumaços de algodão de seu nariz. Se. aterrorizado ele não acata o pedido, é encontrado morto em seu carro.

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Loira do Banheiro


Ela é linda e está morta. Não se sabe o seu nome nem as razões por que a loira do Banheiro passou a assombrar banheiros escolares, preferencialmente masculinos. Mas essa mulher já fez muitas vítimas desde seu surgimento em algum momento dos anos 70.
Uma das versões da lenda diz que a loira matava aulas enquanto estava viva. Para passar o tempo, ficava escondida no bnheiro da escola. Um dia, ao ouvir a voz da diretora, correu para se esconder. Caiu, bateu a cabeça e morreu devido a um traumatismo craniano. Inconformada com a morte prematura, decidiu não abndonar o mundo dos vivos e agora vive assombrando os banheiros das escolas.
Outra versão da lenda afirma que a Loira foi morta por um estudante a quem recusou carinhos mais ousados dentro do banheiro. Para se vingar da morte e dos garotos, ela aterroriza os banheiros.

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Cavaleiro Misterioso

Em um vilarejo próximo a Anhnguer, reside a jovem Cristine, que sonha um dia publicar seus livros de poesias.
Todos os dias, no crepúsculo, após o trablho, se refugia no cemitério......., onde consegue toda tranquilidade e inspirção para escrever, porém um dia algo aconteceu.
Estava sentada ao lado de um túmulo e começou a sentir a sensação de que estava sendo observada viu.
No dia seguinte, a mesma sensação, seguidos de ruídos.Levantou e foi verificar. Nada encontrou.
No próximo dia, não conseguia se concentrar, já ficou aguardndo atnta. Assim, que ouviu barulhos, siu para ver do que se tratava, saiutão apressada e desajeitada que acabou tropeçando e caindo.Ainda sentada, tentando se limpar, tamanha foi sua surpres, qundo viu uma mão ao seu lado oferecendo ajuda para se levantar, conforme foi se erguendo, seus olhos foram subindo e descobrindo o cavalheiro a sua frente. Seus olhos se encontraram e denunciaram o quanto estava sendo agradavel esse acontecimento. Se cunprimentaram, se presentaram e começaram a conversar. Cristine logo quiz sber se foi ele esteve nos dois ultimos dias. Henrique confirmou e explicou que se afastou, porque não queria atrapalhar em sua obra.Continuarm conversando por horas. De súbito Henrique se levantou e disse precisava ir, mas marcaram de se encontrar no dia seguinte. Esses encontros se repetiram por mais e mais vezes a dele surgiu uma grande paixão. Cris ficava ansiosa por aqueles momntos, saia do trabalho, passava rapidamente em casa e ia para o cemitério se encontrar com intrigante e misterioso amado. Se aproximavam, se beijavam, se despiam e se amavam, onde as unicas testemunhaseram o silencio do cemiterio e o luar.
Num determinado dia, Cris chegou e Henrique não a aguardava como de costume. Ela esperou, esperou e nada. Foi embora, preocupada, o que teria acontecido. No dia seguinte, ainda mais anciosa e com muita saudade, foi ao encontro, e para sua surpres, mais uma vez ele não aguardava. Cris não sabia o que pensar, não sabia o que fazer, procurava por todos os lugares e nada nos dias seguintes a mesma coisa. Começou a procurar pelo vilarejo,perguntva ara todos, e a resposta era sempre a mesma, não conheciam. Foi durante o dia ao cemiterio perguntar para o coveiro, deu toda a discrição de Henrique.
O coveiro disse que com essa discrição, só havia uma foto, no qual ala quiz imediatamente ver, ele conduziu pelos caminhos estreito do cemiterio e parou diante de um túmulo, apontontndo o dedo para a lápide. Cristine não entendo, se aproximou e perdeu os sentidos diante da foto e do nome Henrique.

Luanne.

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Gemidos em noites de Lua Cheia

....Isso tudo aconteceu há muitos e muitos anos, em m vilarejo próximo ao Pico do Jaraguá.
Tudo começou em uma pequena e modesta igreja, aonde o jovem padre Luan conseguia com muito esforço, melhoria para a igreja e cada vez mais fiéis eram atraídos com seus sermões apaixonantes e revolucionários.
O que os fiéis não sabiam, até então, era de um segredo sepulcral que o padre Luan guardava, que o dividia entre a responsabilidade e os votos sagrados da igreja e o imenso e incontrolável amor por Gabrielle. Era um verdadeiro tormento que carregava.

Em suas missas, os olhares se cruzavam e a promessa de amor ficava no ar, despertando o desejo do próximo encontro e, fazendo com que o último ficasse tão presente.
Enquanto padre Luan fazia o ritual da hóstia sagrada no altar, Gabrielle o admirava com aquela mesma batina e estola que foi cuidadosamente tirada e deixada no chão junto ao seu vestido para que pudessem se amar.

Lembrava, dos mesmos lábios que agora beijavam a hóstia, que tocaram sua boca em beijos intensos e ardentes, deslizando por seu pescoço até chegarem em seus seios ofegantes, beijando e mordiscando seus mamilos. Sentia seus cabelos negros entre seus dedos que com gestos de carinho, puxava seu rosto de encontro ao seu corpo, onde cada pedacinho era delicadamente explorado por seus lábios, por suas mãos, seu corpo, demonstrando o quanto a amava, o quanto a desejava.
Gabrielle o tocava, correspondendo a tudo o que sentia, beijando suas costas, seu rosto, sua boca, seu peito, suas pernas, suas coxas,....
Amarram-se até seus corpos se unirem em um único corpo, suas vidas em uma única vida, suas paixões em uma única paixão.

Mas, em uma noite de lua cheia, alguma pessoas (parte delas beatas), foram atraídas por sons de gemidos de prazer, que vinham de uma gruta, onde o padre Luan e Gabrielle acabaram sendo descobertos. As pessoas acusaram Gabrielle de bruxa e de ter enfeitiçado e seduzido padre Luan. Revoltadas, os apedrejaram até a morte.

Hoje essa gruta é visitada por pessoas que vivem amores impossíveis, onde deixam seus pedidos à luz de velas, na esperança de um dia serem atendidas.
Outras pessoas a temem e juram ouvir até hoje em noites de lua cheia, seus gemidos de prazer se transformando em gemidos de dor e sofrimento.

Luanne
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O Passageiro do Além
Pirituba 1973

As primeiras referências documentadas sobre o que é hoje o local conhecido como Bairro de Pirituba datam do século 17, versando sobre a compra de um sítio nas imediações da então Freguesia do Ó.
Por volta de 1885 os trilhos da ferrovia chegam à Pirituba (que em tupi guarani significa vegetação de brejo) e impulsionam o crescimento do local. Em 1910, o Inglês, Barry Parker, proprietário da área, organiza um loteamento que daria os primeiros contornos da urbanização observada hoje naquela região.

Foi em Pirituba, na chuvosa noite de 17 de Agosto de 1973 que Luis Carlos Xavier, 46 anos, motorista de táxi, faria seu primeiro contato com a morte.
Seu destino mudaria drasticamente assim que Antonio Carrascosa embarcou no seu táxi naquela noite.
Carrascosa disse-lhe que precisava chegar logo ao velório de um grande amigo que falecera no dia anterior.
O corpo de seu amigo estava sendo velado em sua própria casa, que ficava na Avenida Mutinga.
Ao chegar ao local. Carrascosa pediu para o motorista Xavier aguardar um pouco em frente à casa, pois na pressa não havia pegado dinheiro para pagar a corrida, mas pediria emprestado para algum amigo do velório.
Como após 30 minutos decorridos, Carrascosa não voltou, Xavier resolveu entrar na sombria casa para cobra-lo.

Após olhar discretamente para todas as pessoas que estavam no velório, Xavier não conseguiu encontrar Carrascosa, então resolveu perguntar a um dos presentes.
Xavier ficou gélido ao descobrir que aquele na verdade, era o velório do próprio Antonio Carrascosa, falecido no dia anterior vítima de um acidente envolvendo um táxi e uma carreta na Marginal direita do Rio Tietê.
Perplexo, Xavier ainda olhou em direção ao caixão e constatou que aquele era o corpo do homem que havia estado no seu táxi.
Xavier saiu correndo da casa entrou no seu táxi e saiu em disparada.
Ao fazer o retorno na Ponte Anhanguera para acessar a Marginal Esquerda, uma carreta em alta velocidade se chocou com o táxi de Xavier, que por força do impacto capotou várias vezes.
Xavier não sobreviveu aos ferimentos e, pela segunda vez naquela noite encontrou com a morte, só que dessa vez para sempre.

Bem, esta é mais uma das muitas lendas urbanas que são contadas há anos nos bares e praças dos bairros da cidade.
Se você conhece uma boa história de fantasma que virou lenda no seu bairro, escreva para nós e você terá sua história publicada nesta seção.
Você encontra o boneco réplica do motorista de táxi Xavier na loja de Profecias, confira na seção produtos.

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Lucy

A jovem Lucy Velasquez se casou aos 19 anos no verão de 1967, com Marco Aurélio Castro (23), na Igreja Nossa Senhora da Lapa (SP-Capital).
A caminho da festa de recepção para os quase 300 convidados, os noivos resolveram fazer uma foto para recordação em baixo da copa de uma enorme figueira de uma praça local.
Quiz o destino que um raio atingisse a imponente árvore naquele momento, fluminando instantaneamente Lucy, Marco e o fotográfo.

Assim, a festa de casamento macabramente se transformaria em funeral e, Lucy foi sepultada com o próprio vestido de noiva, parcialmente carbonizado.
Esta boneca é uma homenagem de Profecias à jovem Lucy, vítima de um destino cruel que transformou seu sonhos em cinzas.
Diz a lenda urbana que Lucy costuma aparecer nas praças de São Paulo durante as noites de tempestade.

Nestas noites, é comum encontrar velas brancas com o nome de “Lucy” gravado. Segundo os mais antigos, este é um poderoso feitiço para quem deseja proteger ou manter o seu relacionamento.